Pela revogação do retorno presencial dos servidores do GDF sem imunização

É indiscutivel que, onde o teletrabalho se encontra como opção perfeitamente viável e segura para a realização de trabalhos, exigir um retorno imediato de pessoas não vacinadas em ambientes de trabalho não ventilados, por periodos longos de tempo, coloca em risco a vida tanto de servidores e seus familiares, como possibilita uma maior circulação do virus na comunidade.

@arquitetosdf – Sindicato dos profissionais de Arquitetura e Urbanismo do DF, se reuniu no dia 07/07/2021 com a CUT e demais sindicatos que representam categorias do GDF para alinhar ações e discutir o decreto 42.253 de 30 de Junho de 2021, que determina o retorno imediato de servidores que estavam no formato de teletrabalho por razão da Pandemia de COVID-19.

“A primeira versão documento estipulava que o funcionalismo público retornasse 15 dias após tomar última dose da vacina ─ dose única para a Janssen e duas doses para as demais. Entretanto, a segunda versão retirou o trecho que tratava do período necessário para concluir o ciclo de imunização, o que deixou em aberto várias questões. Outra reivindicação das entidades sindicais é que o as servidoras e os servidores não sofram perda salarial enquanto se estender o teletrabalho, como tem ocorrido em alguns casos.

Para fortalecer a mobilização, os sindicatos enviarão um documento ao GDF alertando quanto aos perigos do retorno presencial sem planejamento e solicitando audiência para debater o tema. Além disso, a discussão será levada à Câmara Legislativa do DF (CLDF) para que os parlamentares se posicionem sobre o decreto.” (Reprodução @cut_df)

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Nossa categoria nunca parou, trabalhadores que estão envolvidos nos serviços essenciais de construção, projeto, acompanhamento, fiscalização e atendimento ao público seguiram com o trabalho presencial enfrentando riscos e exposições. É urgente a vacinação de toda a categoria e de toda a população do DF, que ainda segue sem calendário de vacinação.