Diretoria 2017-2020

  1. Em defesa dos arquitetos e urbanistas neste momento de ruptura política e de ataque aos direitos trabalhistas;

  2. Assistência aos filiados;

  3. Valorizar a inserção do arquiteto em seu lugar social próprio, estimulando a diversificação de perfis profissionais;

  4. Reforçar a presença dos arquitetos e urbanistas nas instâncias públicas de planejamento urbano e territorial;

  5. Chapa Arquitetos em Luta;

Em defesa dos arquitetos e urbanistas neste momento de ruptura política e de ataque aos direitos trabalhistas

O golpe de Estado em curso tem dentre seus objetivos principais o ataque aos direitos da classe trabalhadora, em que se inserem os arquitetos e urbanistas.
Esta conjuntura demanda a reorganização da categoria e o fortalecimento de seus instrumentos de luta.

Propõe-se um sindicato que trave seu combate na assistência aos filiados; na participação nos conselhos profissionais e demais instâncias deliberativas que lhe cumprem; na reivindicação de seu papel de promotor da cultura arquitetônica; na ampliação dos campos de atuação profissional da categoria; e na garantia de seus direitos em disputas específicas, como a ação junto a órgãos públicos e empresas com arquitetos e urbanistas em seus quadros — incluindo aqueles que trabalham como professores.

Assistência aos filiados

Como parte de suas atividades primordiais, o Sinarq deve buscar ampliar o número de filiados, bem como prover, de modo franco e acessível, assistência jurídica e contábil a seus filiados, ampliando-se ainda convênios com planos de saúde.

Além disso, observando-se a maioria feminina de arquitetas e urbanistas, cabe ao sindicato priorizar políticas de redução da desigualdade de gênero, sobretudo com a celebração de convênios com creches que atendam às especificidades de horários da profissão, bem com a valorização de trajetórias individuais de mulheres.

Valorizar a inserção do arquiteto em seu lugar social próprio, estimulando a diversificação de perfis profissionais

A formação ampla garantida ao arquiteto e urbanista habilita-o à ação nas mais diversas frentes de trabalho, incluindo, por exemplo, a carreira docente ou o auxílio ao setor do Turismo.

Em Brasília, especificamente, o grande número de trabalhadores do serviço público gera um campo profissional singular, em relação a outros centros urbanos do país.

Dentre os arquitetos-projetistas, porém, é comum a restrição do campo profissional a edifícios destinados a instituições e camadas sociais restritas — muitas vezes estranhas ao próprio profissional.

Enquanto isso, três quartos de nossas cidades são constituídos de pequenas edificações, carentes de qualquer planejamento. Estas camadas sociais necessitam de profissionais capazes de projetar, orçar e construir seus bairros.

É necessário criar instrumentos de formação técnica complementar, de circulação cultural e de inserção profissional para que este mercado floresça.
Nesse sentido, são objetivos dessa gestão:

– A promoção de cursos de especialização e formação complementar em parceria com as demais entidades e com instituições de ensino;
– A edição Publicações técnicas especializadas;
– A promoção de mostras de arquitetura e urbanismo;
– A criação de escritórios para jovens arquitetos em zonas periféricas, por meio da lei de Assistência Técnica Profissional;
– A criação de agência de colocação;
– O incentivo à realização de concursos de arquitetura para a contratação de projetos pela Administração Pública.

Reforçar a presença dos arquitetos e urbanistas nas instâncias públicas de planejamento urbano e territorial

Em que pese a ampla presença de técnicos na Administração Pública, muitas vezes as decisões sobre o planejamento urbano e territorial são tomadas em colegiados compostos exclusivamente por setores economicamente privilegiados, reforçando o caráter originalmente segregacionista da configuração urbana do Distrito Federal.

É necessário reforçar a presença do arquiteto nestas instâncias decisórias na condição de representante da classe trabalhadora, como um promotor de políticas urbanas de redução da desigualdade social.

Chapa Arquitetos em Luta – 2017-2020

RELAÇÃO DIRETORIA – SINARQDF 2017/2020
CARGO NOME CAU SINARQ-DF

DIRETORES
Coordenador do Sindicato DANILO MATOSO MACEDO A26226-9 1190
Diretora Administrativa e Financeira LUCIANA JOBIM NAVARRO A83946-9 1193
Diretora de Assuntos Profissionais ANGELINA NARDELLI QUAGLIA BERÇOTT A64813-2 739
Diretora de Políticas Públicas LETICIA MIGUEL TEIXEIRA A36465-7 1196
Diretora de Assuntos Trabalhistas HELAINE COUTINHO CARDOSO A30237-6 1199
Diretora Sindical MARINA AMORIM CAVALCANTI DE OLIVEIRA 80508-4 1202
Diretor Sindical NIRCEU WERNECK A117431-2 1198
Diretora Sindical ILVA JOSE ALVES 36313-8 1197

TITULARES DO CONSELHO FISCAL
Membro do Conselho Fiscal CELSO NIGRO ENGRACIA DE OLIVEIRA A2348-5 1204
Membro do Conselho Fiscal HELVIO FRANCO DA SILVA A41351-8 1200
Membro do Conselho Fiscal FABRÍCIO CHAGAS DUNICE A47609-9 1201

SUPLENTES DO CONSELHO FISCAL
Membro do Conselho Fiscal EDUARDO GAULITCHI FREITAS A70339-7 1189
Membro do Conselho Fiscal GEORGE ALEX DA GUIA A37561-6 1203
Membro do Conselho Fiscal CAROLINA BAIMA CAVALCANTI A39727-0 582