Diretoria 2017–2020
Chapa Arquitetos em Luta, que tomou posse em 11 de setembro de 2017 para o triênio 2017–2020. Ver também as demais gestões.
Composição
| Cargo | Nome |
|---|---|
| Diretores | |
| Coordenador do Sindicato | Danilo Matoso Macedo |
| Diretora Administrativa e Financeira | Luciana Jobim Navarro |
| Diretora de Assuntos Profissionais | Angelina Nardelli Quaglia Berçott |
| Diretora de Políticas Públicas | Letícia Miguel Teixeira |
| Diretora de Assuntos Trabalhistas | Helaine Coutinho Cardoso |
| Diretora Sindical | Marina Amorim Cavalcanti de Oliveira |
| Diretor Sindical | Nirceu Werneck |
| Diretora Sindical | Ilva José Alves |
| Titulares do conselho fiscal | |
| Membro do Conselho Fiscal | Celso Nigro Engracia de Oliveira |
| Membro do Conselho Fiscal | Helvio Franco da Silva |
| Membro do Conselho Fiscal | Fabrício Chagas Dunice |
| Suplentes do conselho fiscal | |
| Membro do Conselho Fiscal | Eduardo Gaulitchi Freitas |
| Membro do Conselho Fiscal | George Alex da Guia |
| Membro do Conselho Fiscal | Carolina Baima Cavalcanti |
Programa
Em defesa dos arquitetos e urbanistas neste momento de ruptura política e de ataque aos direitos trabalhistas
O golpe de Estado em curso tem dentre seus objetivos principais o ataque aos direitos da classe trabalhadora, em que se inserem os arquitetos e urbanistas. Esta conjuntura demanda a reorganização da categoria e o fortalecimento de seus instrumentos de luta.
Propõe-se um sindicato que trave seu combate na assistência aos filiados; na participação nos conselhos profissionais e demais instâncias deliberativas que lhe cumprem; na reivindicação de seu papel de promotor da cultura arquitetônica; na ampliação dos campos de atuação profissional da categoria; e na garantia de seus direitos em disputas específicas, como a ação junto a órgãos públicos e empresas com arquitetos e urbanistas em seus quadros — incluindo aqueles que trabalham como professores.
Assistência aos filiados
Como parte de suas atividades primordiais, o Sinarq deve buscar ampliar o número de filiados, bem como prover, de modo franco e acessível, assistência jurídica e contábil a seus filiados, ampliando-se ainda convênios com planos de saúde.
Além disso, observando-se a maioria feminina de arquitetas e urbanistas, cabe ao sindicato priorizar políticas de redução da desigualdade de gênero, sobretudo com a celebração de convênios com creches que atendam às especificidades de horários da profissão, bem com a valorização de trajetórias individuais de mulheres.
Valorizar a inserção do arquiteto em seu lugar social próprio, estimulando a diversificação de perfis profissionais
A formação ampla garantida ao arquiteto e urbanista habilita-o à ação nas mais diversas frentes de trabalho, incluindo, por exemplo, a carreira docente ou o auxílio ao setor do Turismo.
Em Brasília, especificamente, o grande número de trabalhadores do serviço público gera um campo profissional singular, em relação a outros centros urbanos do país.
Dentre os arquitetos-projetistas, porém, é comum a restrição do campo profissional a edifícios destinados a instituições e camadas sociais restritas — muitas vezes estranhas ao próprio profissional.
Enquanto isso, três quartos de nossas cidades são constituídos de pequenas edificações, carentes de qualquer planejamento. Estas camadas sociais necessitam de profissionais capazes de projetar, orçar e construir seus bairros.
É necessário criar instrumentos de formação técnica complementar, de circulação cultural e de inserção profissional para que este mercado floresça. Nesse sentido, são objetivos dessa gestão:
– A promoção de cursos de especialização e formação complementar em parceria com as demais entidades e com instituições de ensino; – A edição Publicações técnicas especializadas; – A promoção de mostras de arquitetura e urbanismo; – A criação de escritórios para jovens arquitetos em zonas periféricas, por meio da lei de Assistência Técnica Profissional; – A criação de agência de colocação; – O incentivo à realização de concursos de arquitetura para a contratação de projetos pela Administração Pública.
Reforçar a presença dos arquitetos e urbanistas nas instâncias públicas de planejamento urbano e territorial
Em que pese a ampla presença de técnicos na Administração Pública, muitas vezes as decisões sobre o planejamento urbano e territorial são tomadas em colegiados compostos exclusivamente por setores economicamente privilegiados, reforçando o caráter originalmente segregacionista da configuração urbana do Distrito Federal.
É necessário reforçar a presença do arquiteto nestas instâncias decisórias na condição de representante da classe trabalhadora, como um promotor de políticas urbanas de redução da desigualdade social.
